
No quartel da polícia militar de Codó, o lavrador Antonio Sousa Palhano, de 42 anos, se atrapalhou todo ao falar da morte do bancário Gilberto Carvalho. “Ele colocou uma arma na minha cabeça, há sete anos. De vez em quando eu conversava com ele e ele dizia pra mim: rapaz o que eu fiz com você, com suas crianças só se você me matar” revelou o lavrador a respeito de Gilberto Carvalho.
PROBLEMAS MENTAIS
Alguns moradores do km 17, que conhecem o assassino do bancário Gilberto Carvalho, revelam que o mesmo pode ter problemas mentais. A informação partiu de um lavrador que também mora na comunidade, ouça a entrevista abaixo feita pela Repórter Edivânia de Paula.
