
Pendurada nas tetas do Poder Público Municipal de Timon- MA desde 1982, ou seja, há 35 anos, a família Leitoa tornou-se uma verdadeira oligarquia familiar em ação contra o erário público. O atual prefeito da cidade, Luciano Leitoa (PSB), nunca trabalhou na vida, e desde os 22 anos é político com mandatos arranjados pelo seu pai, Chico Leitoa, que também já foi prefeito de Timon por dois mandatos, e cujo histórico administrativo à frente da Prefeitura foi marcado por irregularidades e processos administrativos que ainda hoje tramitam no Tribunal de Contas do Estado.
Com o filho, Luciano, não é diferente, visto que a sua atual gestão tem a marca do autoritarismo, mandarismo, desmandos, irregularidades, corrupção, favorecimento ilícito, dentre outros termos desprezíveis e desastrosos. A casta familiar dos Leitoas, vive das regalias que o poder público lhes confere. Agem como verdadeiros ditadores e banalizam a administração pública, pois já transformaram a Prefeitura de Timon, em um verdadeiro balcão de negócios.
Recentemente, a Juíza Raquel Araújo Castro Teles de Menezes, da 1ª Vara Cível de Timon, que atendeu pedido do Ministério Público Estadual e condenou o prefeito Luciano leitoa pela prática de improbidade administrativa. Diz o MP na ação, que Luciano Leitoa, enquanto, Prefeito de Timon, cometeu atentado contra os princípios da Administração Pública, em face da contratação do servidor José Ribamar Felix da Silva, que exerceu o cargo de vigia, sem a prévia aprovação em concurso público entre 03/04/2014 e 15/01/2015, e que o prefeito manteve a contratação irregular durante boa parte de seu primeiro mandato, que se estendeu de 01/01/2013 até 31/12/2016. A decisão foi publicada na Página 1497 do Diário de Justiça do Estado do Maranhão (DJMA) de 19 de junho de 2017.
Dentre outras irregularidades, Luciano Leitoa também está sendo investigado por denúncias de doações irregulares feitas durante a campanha eleitoral de 2016. O juiz eleitoral de Timon, Rogério Monteles da Costa, requereu todas as imagens dos sistemas de câmeras das agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal de Timon, geradas no período de 19 de agosto e 02 de setembro de 2016. As suspeitas em relação a campanha de Leitoa surgiram a partir de dados da prestação de contas de campanha apresentadas. No item Receitas da Representação, o documento informa que as doações foram feitas em apenas quatro datas, durante o período de greve dos bancos. Mesmo com as agências fechadas, estranhamente 58 pessoas conseguiram ter acesso para fazer a doação em espécie.
Além disso, existem quatro doações de beneficiários do Programa Bolsa Família; doadores sem CPF; doações de pessoas sem capacidade financeira; presença de cheques sem fundos; gastos eleitorais antes da abertura da conta de campanha; quase 1.000 omissões eleitorais, entre outras irregularidades.
A lista é enorme, e estes são apenas alguns exemplos de que a cidade de Timon, definitivamente, não está em boas mãos. A população timonense que o diga!

One Response
Caro blogueiro, Timon nos últimos 30 anos foi governada de maneira alternada pelas famílias: Leitoa e Waquim e, não somente pelos Leitoa como afirma vossa reportagem. Inclusive os waquim tbm já passaram pelo codozao de açúcar. Quem não lembra de Sétimo Waquim? candidato a deputado federal trazido pelo Ricardo Archer para enganar o eleitorado codoense.