
Há duas semanas para as eleições majoritárias e proporcionais que vão apontar os novos governantes e representantes nas assembleias, Câmara e Senado brasileiro, muitos candidatos ainda se apegam aos números pesquisados para saber como vai a própria campanha.
Para a maioria dos postulantes aos cargos públicos, a pesquisa eleitoral é a única forma de aferir como estar a aceitação junto ao povo, e a partir daí, traçar metas que possam ajudar na disputa.
É nesta época também que os institutos dobram o faturamento. Uma pesquisa eleitoral pode custar até 60 mil reais.
Vira e mexe, um grupo de políticos, partido ou coligação encomenda e divulga pesquisas eleitoras. Os números são tratados como troféus, resultados significativos, que, se estiverem corretos indicam os vitoriosos na disputa.
Mas, nem sempre o resultado é recebido sem questionamentos dos próprios eleitores. Mais de metade da população não acredita nas pesquisas eleitorais.
Esse cenário de dúvidas pode ser constatado numa enquete realizada entre os dias 1º a 10 de setembro. Quase 53% das pessoas que participaram da sondagem eletrônica não confia nas pesquisas e mais de 12% nem liga para o resultado.
A enquete que recebeu 800 clicks não perguntou sobre o porquê dessa desconfiança, mas, nas ruas é possível constatar que a população não acredita nas pesquisas, por achar que a maioria delas são manipuladas.
Vale ressaltar que no Brasil, toda pesquisa eleitoral, antes de ser publica, ou seja, no ato da contratação, deve ser registrada no Tribunal Superior Eleitoral.
Veja o resultado da enquete
Você acredita e confia nas Pesquisas Eleitorais?
– Não 52,8%
– Sim 34,9%
– Não ligo para pesquisas 12,3%
Fonte: Direto da redação do NOCA/Mano Santos
