Verba pública bancou salários da esposa e filha do governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB) na Câmara Federal e no Senado – Congresso Nacional- por quase 4 anos.
Pesquisa mostra que entre fevereiro de 2019 e janeiro de 2022 Larissa Mesquita Brandão, esposa do socialista e primeira-dama maranhense, esteve lotada no gabinete da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) ganhando salários brutos que variavam de R$ 8,9 mil a 14,3 mil. As informações foram publicadas pelo site Folha do Maranhão e confirmadas pela reportagem do Blog do Neto Ferreira.
A esposa de Brandão foi nomeada para o cargo de assessora parlamentar de Gama, mas não há registros sobre as atividades desenvolvidas por ela no Senado Federal.
Assim como a companheira, a filha do governador, Lethícia Mesquista Brandão, também ocupou um cargo público no congresso.
O nome da familiar do socialista aparece na folha de pagamento do gabinete do deputado federal, Cléber Verde (Republicanos) com salário bruto que vai de R$ 13,2 mil a R$ 14,4 mil.
O Blog teve acesso apenas aos dados referentes ao período de abril de 2021 a março de 2022 disponibilizados pela Transparência da Câmara Federal. Porém a nomeação de Lethícia ocorreu em fevereiro de 2019, no mesmo período em que a mãe foi nomeada pela senadora maranhense.
No período em que as duas estiveram nomeadas como assessoras parlamentares, o socialista estava como vice-governador do Maranhão. Brandão assumiu a chefia do Palácio dos Leões – sede do governo – em abril de 2022, após Flávio Dino renunciar a cadeira para disputar uma vaga no Senado.
Três dias após a posse, Brandão nomeou o próprio sobrinho, Daniel Brandão, para a Secretaria-chefe da Assessoria Especial, usando a Administração pública como cabide de emprego (reveja aqui).
Fonte: Neto Ferreira


One Response
Onde está a surpresa?? Todos eles fazem isso. E esses apoios a sua candidatura, todos querendo que ele se eleja não é porque acreditem no seu trabalho muito menos no discurso de melhoria para o Maranhão, é somente visando manutencao dos privilégios, dos chegados e dos apaniguados nos cargos públicos, de preferência naqueles com os melhores salários.