
Entre os brasileiros ouvidos pela ONG Transparência Internacional no início de outubro, 78% dizem que o nível de corrupção aumentou no Brasil e 81% afirmam que, se testemunhassem um ato de corrupção se sentiriam pessoalmente obrigados a denunciar. A pesquisa comprova que a população já não aguenta assistir passivamente os crimes praticados pelos políticos. Corrupção significa destruição, podridão e geração de atraso.
Estaria Codó pagando a fatura da administração passada que acumulou denúncias de toda ordem, sobretudo com gastos inexplicáveis, licitações fraudulentas? E o mais grave de tudo: obras federais abandonadas em áreas sagradas como educação e saúde, em um total aproximado de vinte.
Pela ausência de estatísticas não podemos afirmar, mas a suspeição nos leva a avaliar a corrupção em Codó como a maior do estado. Quantos alunos desassistidos, quantas vidas ceifadas, quanta dor sentida. Assim é a corrupção: um câncer que corrói a dignidade humana.
Quem ganhou com isso? Alguns hectares de pastos denunciam o destino de milhares de reais que saíram pelo ralo da corrupção. E você aceita passivamente ou faz parte do alto percentual que se recusa a aceitar a corrupção? Para mesma ONG, aceitar seria incentivar o poder de poucos, trocar o coletivo pelo individualismo, acobertando os graúdos.
É nesse cenário que se avalia a conjuntura política de Codó, considerando as muitas irregularidades denunciadas nos gastos públicos realizados pela gestão de Zito Rolim. A população codoense esquecerá as mazelas deixadas pelo ex-prefeito quando for avalia-lo nas próximas eleições?
