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BOMBA: PROFESSOR ACUSADO DE ALICIAR ALUNAS EM CODÓ DIZ QUE ESTA DE LUA DE MEL, MAS DOCUMENTO EMITIDO PELA ESCOLA MOSTRA AO CONTRÁRIO

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Documento

Na tarde de ontem (20) recebi um documento que foi expedido pela Escola Governador Archer, dando conta do verdadeiro motivo da suspensão do professor Welson Silva Pinto. O professor esta sendo acusado por alunas da escola de estar aliciando as garotas com idade entre 12 a 16 anos. Tudo teria começado em um evento político que aconteceu na Câmara de vereadores de Codó. As meninas foram convidadas a irem ao parlamento codoense com a promessa de que iriam participar de um evento dedicado a juventude. Ao chegarem a Câmara, as adolescentes ficaram sem entender o que estava acontecendo, pois o evento não tinha nada a ver com juventude e sim com a filiação do vereador Chiquinho do SAAE ao partido PP.

DOCUMENTO EMITIDO PELA ESCOLA.

A Escola Governador Archer emitiu este documento acima assim que o professor foi afastado de suas funções para ser investigado com data do dia 15-09-2015. O documento foi feito em base no Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei de numero 8.069/1990 e Lei de número 1.505/2009.

DEFESA DO PROFESSOR WELSON SILVA PINTO.

Ontem pela manhã quando a Rádio FC FM fazia a denúncia por meio do jornalista Alberto Barros, professor Welson foi rapidamente a emissora explicar o que de fato teria acontecido ao apresentador. O educador disse o seguinte: “Eu já estou sabendo de toda conspiração que foi feita por causa de uma eleição que vai ter pra diretor na escola e eu sou o favorito a ganhar essas eleições, por isso que estão querendo me prejudicar”, afirmou.

SEGUE A CONVERSA DO PROFESSOR NO CIDADE NOTÍCIAS DA FC FM

“É o seguinte, até então eu vou esperar ser notificado. Eu estou com as minhas fundamentações, os meus depoimentos. SE NÃO HOUVER PROVAS, AÍ VOCÊ TEM QUE TOMAR AS MEDIDAS CABÍVEIS COM RELAÇÃO AOS DANOS À SUA IMAGEM. Com certeza, eu acredito, com toda convicção de que a menina deu depoimento. O depoimento foi forjado, o depoimento foi induzido com a intenção de atingir a minha pessoa, porque eu sou um cidadão de bem”, disse.

3 Responses

  1. Até que se prove o contrário, todo cidadão é considerado inocente até o trânsito em julgado da decisão, por isso não se precipitem em fazer comentários sem fundamentações e de mera espontaneidade.

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