Uma parceria firmada entre prefeitura de Codó e Governo do Estado até agora não saiu do papel. Acontece que mais de 400 estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Região do Km 17 estão com o início do ano letivo comprometido por conta do não cumprimento de um acordo entre estes entes.
A escola Raimundo Pinheiro Pires, que fica próxima ao entreposto, está com sua área interna e externa cercada de muito mato, segundo nos informou alguns estudantes, o início das aulas já foi adiado em duas oportunidades e até o presente momento ninguém fala algo concreto. Nosso vereador Domingos Reis não cobra da prefeitura e nem fala nada na Câmara de vereadores nas sessões – relata um morador do Distrito do Km 17.
Inicialmente, os estudantes que residem no Km 17 e região que estavam matriculados nas escolas de Codó (Sede), tiveram suas matrículas suspensas e só poderiam voltar a estudar quando a escola prometida fosse entregue no Km 17, mas enquanto as aulas na Sede já começaram e estão em um nível de adiantamento razoável, os estudantes do Ensino Fundamental e Médio que moram naquela região não sabem nem quando voltarão a sentar numa carteira escolar, pois sem professor e escola não tem como ter aula.
Outro problema encontrado no local é quanto a acessibilidade, pois a escola não se encontra em níveis mínimos aceitáveis para garantir por exemplo a entrada e permanência de portadores de necessidades especiais de locomoção. Para se ter uma ideia, da BR 316 até o portão da escola, são em torno de 300 metros de muitos acidentes geográficos e muito mato.
Certamente, as aulas não começarão nesta semana de 05 a 10/03, pois a falta de representatividade política do Km 17 vai fazer com que os cerca de 400 estudantes possam continuar sendo prejudicados, sem respeito e igualdade de condições.
Êita povo que sofre, esse do Km 17!
Fonte: Blog do Bezerra
