A convite da coordenação da Educação do Campo e educação escolar quilombola, o movimento Coletivo Núcleo Codó ministrou uma oficina abordando educação antirracista em capacitação com professores da rede municipal de ensino. Dividida em 3 momentos, a oficina apresentou a Lei 10.639/2003 que torna obrigatória a abordagem de temas afro e indígenas na rotina escolar; compartilhou experiências de educação popular dos seus 6 anos de atuação em Codó e por fim, como sugestão, abordou a metodologia Pedagoginca em que o movimento baseia suas ações educativas e culturais. Segundo a Pedagoginga, as culturas negras e indígenas são na verdade complexos sistemas de tecnologias e saberes ancestrais deixados por nossos antepassados e que fundamentam a civilização brasileira: resgatar essas tradições e saberes é urgente e necessário para construir a cidade cada vez melhor que o movimento almeja que Codó se torne num futuro não muito distante.
A educação escolar quilombola não ficou de fora, pois escolas que assistem estudantes de origem quilombola seja no campo e na cidade devem respeitar uma legislação específica para esse recorte social e que visa a efetivação da qualidade na oferta desse direto social.
Texto enviado ao BLOG DO DE SÁ


One Response
Os movimentos negros lutaram por elas e as leis de combate ao racismo na educação são uma realidade a cerca de 19 anos, para que não sejam resumidas a letra morta é preciso que se conhecer possibilidades de sua aplicação na rotina escolar.