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FLÁVIO DINO PRETENDE GASTAR R$ 51,7 MILHÕES COM ALIMENTAÇÃO “TOP” PARA PRESOS

O governo do Maranhão, via Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), pretende gastar mais de R$ 50 milhões em alimentos para presídios.

A reportagem do  blog do companheiro Neto Ferreira apurou que a compra milionária foi feita com a empresa Agile Corp Serviços Especializados, localizada em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

De acordo com as informações divulgadas pelo próprio governo, a Agile Corp deverá fornecer a alimentação (desjejum, almoço, lanche e jantar), com disponibilização de todos os insumos, acompanhamento técnico e supervisão necessária, sendo os alimentos providos em self-service e/ou quentinhas.

O valor total da compra foi orçado em R$ 51.737.016,85 milhões, sendo R$ 19.627.970,50 milhões referente ao Lote 02; R$ 7.503.495,19 milhões, correspondente ao Lote 03; R$ 11.653.368,04 milhões referente ao Lote 06 e R$ 12.952.183,12 milhões correspondente ao Lote 09.

A empresa do Rio de Janeiro, que tem como sócios GRA Participações e Serviços Eireli, Sepasa Serviços e Participações e José Mantuano de Luca Filho, atuará no Maranhão por 12 meses, conforme os dados publicados.

Fonte: Neto Ferreira

One Response

  1. pois que uma empresa é envolvida em rumorosos casos de corrupção, o caminho mais curto para lavar a jato a reputação da firma é… trocar o nome!

    Assim foi com a Masan Serviços Especializados, de Marco Antônio de Luca — que passou uma temporada na cadeia, acusado de corrupção e organização criminosa pela Operação Ratatouille, braço carioca da Lava Jato, e já admitiu ter pagado a Sérgio Cabral (MDB) para ser favorecido em “negócios” com o estado.

    Com o nome desgastado pelos escândalos em série, a Masan virou Agile Corp Serviços Especializados, mas manteve o mesmo endereço e o mesmo CNPJ.

    Com a nova roupagem, tem assinado contratos sem parar com a Prefeitura do Rio desde o ano passado — a maioria, por emergência e sem concorrência.

    Em 2017, foram R$ 75,2 milhões — com R$ 53,9 milhões em caráter emergencial.

    E só nos oito meses deste ano, já foram R$ 70,8 milhões em novos contratos — R$ 49,8 milhões deles, sem licitação.

    Os números, que estão no Portal da Transparência do Município, mostram que o nome é novo, mas as práticas…

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