Trabalho escravo: Zito na berlinda
Corre no Tribunal Regional Federal da 1ª Região o processo 0071784-52.2012.4.01.0000, em que o ex-prefeito Zito Rolim é acusado de manter empregados em condição análoga à de escravos, nas fazendas São Raimundo e São José, propriedades que possui no município de Peritoró. De acordo com o site da Justiça Federal, o processo foi remetido para o desembargador federal Cândido Ribeiro na segunda-feira passada, dia 11, podendo ser julgado a qualquer momento.
A polivalência da C.R.Carvalho
A empresa C.R. Carvalho ME, CNPJ 08.237.292/0001-92, forneceu “serviços de preparação e fornecimento de lanches (tipo coxinhas, pastéis e sanduíches)” para a Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria de Educação, no valor total de R$ 14.318,00, conforme nota fiscal emitida em 09 de dezembro de 2016. Até aí tudo bem, entretanto a referida empresa emitiu nota pela Shock Moda e Acessórios, que até onde sabemos comercializa produtos de moda. O FNDE já já vai apurar.
Estranha agilidade
Essa mesma empresa também forneceu, à Secretaria de Educação de Codó, blusas cujos preços variavam de R$ 26,00 a R$ 38,00. O curioso é que o recebimento dos produtos foi atestado em 29/12/2016, mesma data em que o valor foi empenhado e pago, embora a secretária da época, Rosilda Benvindo, só tenha solicitado o pagamento no dia 30/12/2016, conforme consta no ofício 1.537/2016/GAB/SEMED assinado por ela. Isso ainda vai render.
Auditoria na área
Como resultado de várias denúncias causadas pela má gestão de Zito Rolim, o titular do blog tomou conhecimento que os setores de licitação e jurídico da Prefeitura de Codó estão em polvorosa. Corre em boca miúda, nos informado por antigas amizades naquele Poder, que o FNDE vai começar a apurar como Zito Rolim conseguiu gastar R$ 14 milhões de reais da educação somente no mês de dezembro do ano passado.
