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O JOGO É BRUTO: COMO A POLÍTICA É MALVADA

Por Leandro de Sá Nenhum comentário
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Foto tirada pelo correio codoense

Tem um ditado que diz “Quem não sabe assar queima”. Essa máxima é bem conhecida e refere-se àquelas pessoas que não tem costume com uma coisa e depois acabam se enrolando. E aqui vamos citar o nome do ex-presidente da Câmara de Vereadores de Codó, Antonio Saruê. A política nos faz passar por cada uma. E por isso muitos políticos que não sabem fazer o jogo acabam saindo da vida pública.
Quando um político se elege e não tem o conhecimento de como funciona o “jogo”, e por outro lado encontra dificuldade para entender as coisas, é necessário ter alguém que lhe oriente sobre as jogadas que a política exige. E jogar é coisa que nosso velho amigo Saruê não soube fazer. Além disso, o político precisa ter uma família equilibrada e, sobretudo, que seja firme e tenha o discernimento de tudo que esteja acontecendo ou que possa vir a acontecer, como por exemplo, acertos políticos, saber tratar bem as pessoas, ter equilíbrio sobre os possíveis adversários que venham importunar etc.

O HOMEM DA ROÇA.

Lembro-me bem que Antônio Saruê tinha um discurso bem conhecido na Câmara de Vereadores de Codó “Eu sou um homem da roça e falo a língua do povo” dizia ele. Mas não sabemos até que ponto o ex-vereador queria falar a “língua do povo”. Caso isso tivesse se repetido o povo estaria muito mal representado, se seguisse a linguagem de Antônio Saruê. A política é feita para os espertos, para os desenrolados e justamente para aqueles que sabem fazer o jogo acontecer. E foram todas essas artimanhas que Saruê não soube fazer, e foi expurgado da vida pública.

ANTONIO ZAIDAN E FIGUEIRDO JÚNIOR

Outros dois ex-vereadores de Codó que não souberam fazer o “jogo” foram Antônio Zaidan e Figueiredo Júnior. Esses dois ex-parlamentares não são vistos com frequência pelas ruas de Codó. Na política, se eleger é difícil, mas o mais difícil ainda é se reeleger e se manter na vida pública. Para isso é necessário ter jogo de cintura e, sobretudo, estar sempre buscando bons aliados, e não apenas ficar ladeado daquelas “puxa-sacos” que nada acrescentam, mas sim diminuem, como é caso de muitos políticos de Codó.

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