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PREFEITO DE ESPERANTINÓPOLIS ENTREGA PRESENTE DE GREGO AOS PROFESSORES

Como hoje, 15 de outubro, o Brasil celebra o dia do profissional que forma os demais profissionais, dia do Professor, o prefeito de Esperantinópolis desde o início de sua gestão, tem tratado os professores da rede municipal com total desdém e desprezo. São verdadeiros presentes de grego que os professores têm recebido do gestor municipal.

Sob a tutela do prefeito do Aluisinho do Posto, foi publicado no Diário Oficial do Município, o decreto Nº 003 que trata sobre a carga horária dos professores do magistério, reajuste salarial e ainda sobre a contribuição sindical. No decreto, o prefeito alterou, de forma unilateral, a carga horária dos professores, seguindo uma prática que vem acontecendo desde 2017, ano que foi implementada a jornada de 13 aulas de 50 minutos, antes a jornada era de 45 minutos. Em 2018, novamente o prefeito municipal alterou a jornada de trabalho, estipulando 13 aulas de uma hora (60 minutos) e em 2019, outra mudança, agora é imposto ao professor uma jornada de trabalho de 15 aulas de 50 minutos. Um verdadeiro absurdo e desrespeito.

O reajuste do piso salarial dos professores, que deveria seguir as diretrizes da Lei 11.738/2008, Lei do Piso, está sendo desrespeitada. Em 2018, o governo federal propôs reajuste de 6,81% e o repasse do município foi de apenas 3,5%. Este ano, o repasse foi 4,17% e o que foi concedido pelo governo municipal foi de 6%, ou seja, há um déficit de 1,48% que o município deixa de repassar aos professores.

Como se não bastasse, em agosto desse ano, o prefeito perseguidor de professores publicou no Diário Oficial do Município, a decretação da exoneração de professores da rede municipal de ensino, sob o argumento de acúmulo de cargos. Todavia, o gestor se nega a cumprir uma lei municipal totalmente constitucional aprovada pela Câmara de Vereadores que conceda a possibilidade dos professores unificarem suas matrículas, semelhante o que vem ocorrendo no governo do Estado, onde centenas de professores já deram entrada no procedimento administrativo para unir as matrículas. A referida lei tem amparo legal e, inclusive, a promotoria já se manifestou favoravelmente à lei. Mas o prefeito está realizando uma verdadeira cruzada contra os professores que não apoiam suas práticas e sua administração. São 60 professores nessa situação, mas os penalizados até o momento são apenas os que fazem oposição ao modelo desastroso de gestão do prefeito.

Além desse cenário de horror, escolas estão sendo fechadas, outras quase desabando por falta de reforma e alunos sendo colocados para estudar e professores para lecionar em locais indignos. Mas fica a pergunta no ar: o que o prefeito Aluisinho tem contra os professores?

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